Saturday, January 25, 2014

Zaphir



O romance Zaphir foi concluído. Em breve será disponibilizado para Dowload no site da Amazon, após uma necessária e cuidadosa revisão. Tantas foram as modificações e tentativas que erros de continuidade, omissões e equívocos de redação devem ter acontecido na mesma proporção, mas tudo será corrigido. Aos bravos e "numerosos" leitores dessa saga, meu agradecimento especial pelo carinho, paciência e comentários de incentivo ao longo dessa jornada.

Estudo de capa realizado por Jean Milezzi
Tudo começa com um videogame. Ao acionar o CD em seu computador, Gabriela se descobre numa outra realidade, em que ela e um amigo fazem parte da trama do jogo. A realidade então se torna uma percepção cada vez mais difusa, onde a única certeza que se vislumbra é continuar. Voltar atrás não é um comando válido.





Esta é uma guerra entre tradição,
a magia dos Magos Celestiais do reino de Antária
e o conhecimento dos homens do reino de Céltica
e suas corporações militares.
Escolham seu avatares para a primeira missão,
Ò jogadores

e decidam de que lado vão ficar.







Esta é a torre oriental do reino de Antária.
Nela está encerrado o demônio Zaphir,
derrotado após uma dura batalha 
com os Magos Celestiais.
Forças ocultas se movimentam para libertá-lo.
Solto, o demônio torna-se novamente um flagelo e
 rompe o equilíbrio entre os reinos em guerra
e promove a supremacia de Céltica e seus aliados.
Sua missão, Ó jogadores, é defender a torre 
ou libertar o demônio.
Entretanto, cuidado!
Sua escolha, qualquer que seja
 trará conseqüências que podem ser devastadoras.
Muitos são os perigos 
para aqueles que se aventuram neste mundo
 Muitas são as recompensas para aqueles que triunfam.
A vitória final, porém, pode significar a derrota.
A derrota pode significar o triunfo,
segundo a vontade e o humor dos deuses.
Em ambos os casos, sua alma é o preço a pagar.
Este é o momento da decisão, ó jogadores.
Desejam continuar?





Eis que surge  a noite escura,
com seu negro manto a ocultar
aqueles que se movimentam nas sombras,
longe dos olhos e do coração.

No negro véu da noite calada
ele espreita. Seus olhos malignos 
brilham como brasas na escuridão e,
atento, ele aguarda o silêncio das almas.

Ele têm a fome do medo,
basilisco voraz que vaga 
por entre sonhos e pesadelos
 e gargalha nas sombras da noite
 Ele não possui nome nem passado 
Não tem forma nem substância.
 Existe, no entanto,
no lado negro das mentes insanas.

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